24.4.09

Aumenta os teus conhecimentos consultando os sites:

 

 

http://projectodaphnia0.blogs.sapo.pt/

 

Site do Visionarium - Centro de Ciância do Europarque sobre o Projecto DAPHNIA

 

 

http://sitio.dgidc.min-edu.pt/saude/Paginas/default.aspx

Site da Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC) sobre a Educação para a Saúde

 

 

http://sitio.dgidc.min-edu.pt/saude/Documents/consumo_prev.pdf

Consumo de Substâncias Psicoactivas e Prevenção em meio escolar - Editorial do Ministério da Educação

 

 

http://www.tu-alinhas.pt/InfantoJuvenil/homepage.do2

Site do Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT) destinado a esclarecer os jovens sobre as Substâncias Psicoactivas

 

 

 

link do postPor pulgascomsaude, às 19:10  comentar

Actividade experimental II - Qual a influência de uma bebida energética e de um refrigerante de cola com cafeína no ritmo cardíaco da Pulga-de-água?

 

 

 

Material:

 Ver material da actividade experimental I.

 Foi utilizada, por cada grupo de trabalho, uma das  seguintes substâncias com diferentes concentrações:

 - bebida energética (solução de bebida energética 50% e bebida energética 100% concentrada);

 - coca-cola (com cafeína) (solução de coca-cola 50% e coca-cola 100% concentrada).

 

 

 

 Procedimento:

 Seguir procedimento da actividade experimental I, à excepção do ponto Z.

 Os quadros I, II e III, foram nesta actividade substituídos pelos quadros IV, V e VI.

 No ponto P, usámos uma pipeta de Pasteur para colocar uma gota da substância a testar.

 

 

 

Resultados:

 

  

  Quadro IV - Ritmo cardíaco da Pulga-de-água para o Controlo (água)

 

 

 

  Quadro V - Ritmo cardíaco da Pulga-de-água para a Solução de bebida energética (50%)

 

 

 

 

 

  Quadro VI - Resultados obtidos para os efeitos substâncias (bebida energética e coca-cola) no Ritmo Cardíaco da Pulga-de-água

 

 Legenda:

+++ grande aumnto do ritmo cardíaco; ++ aumento do ritmo cardíaco; + pequeno aumento do ritmo cardíaco; 0 ritmo cardíaco sem alteração; - pequena diminuição do ritmo cardíaco; -- diminuição do ritmo cardíaco; --- grande diminuição do ritmo cardíaco; x paragem do coração.

 

 

 

 Conclusão:

 Com a realização desta actividade experimental e analisando o quadro VI, podemos concluir que:

 - A cafeína também se encontra nas bebidas energéticas e nos refrigerantes de cola;

 - Depois de realizada a actividade experimental I, os alunos fizeram uma correcta previsão do efeito da bebida energética e da coca-cola (em diferentes concentrações) no ritmo cardíaco da Pulga-de-água;  

 - No grupo IV,  não se verificou um aumento do ritmo cardiaco da Pulga-de-água, comparando os valores obtidos no controlo (352 BPM) e depois de utilizada a coca-cola 100% concentrada (292 BPM), que poderá ser explicado por uma contagem incorrecta dos batimentos cardíacos na fase de controlo, uma vez que o valor obtido é muito elevado (fora do intervalo indicado, que previa valores entre os 200 e os 300 BPM);

 - A cafeína existente nestas substâncias provocou um aumento do ritmo cardíaco da Pulga-de-água.

 

 O consumo destas substâncias é prejudicial para o organismo, 

contêm cafeína e excesso de açúcar!

 

link do postPor pulgascomsaude, às 19:07  comentar

21.4.09

 Actividade experimental I - Qual a influência de Substâncias Psicoactivas (nicotina, álcool e cafeína) no ritmo cardíaco da Pulga-de-água?

 

 

 

Material (por grupo de trabalho):

- 1 lâmina escavada;

- 1 bola de algodão;

- 1 pipeta de Pasteur (1 ml);

- 1 pipeta de Pasteur (3 ml) com a ponta cortada (cerca de 1 cm);

- 1 frasco com solução (álcool a 5%, álcool a 12%, álcool a 40%, cafeína ou nicotina);

- 1 tira de papel de filtro;

- 1 gobelé com uma Pulga-de-água;

- 1 pinça;

- 1 microscópio óptico;

- 1 relógio;

- 1 lápis;

- 3 folhas de papel A5;

- 1 gobelé com água mineral para recolha de Pulgas-de-água utilizadas na actividade;  

- um par de luvas por aluno;

- uma bata por aluno.

 

 

 

Procedimento:

A. Com a ajuda de uma pinça colocámos alguns fios de algodão na depressão da lâmina escavada (apenas alguns para prender a Pulga-de-água);

B. Adicionámos duas gotas de água do gobelé com a Pulga-de-água, com uma pipeta de Pasteur (3 ml);

C. Usando a mesma pipeta de Pasteur, recolhemos a Pulga-de-água e colocámo-la em cima dos fios de algodão;

D. Colocámos a preparação na platina e acendemos a luz de menor intensidade possível;

E. Movemos o parafuso macrométrico e, observando através da ocular, focámos a preparação;

F. Utilizámos o parafuso micrométrico para corrigir a focagem, de modo a obtermos uma imagem nítida;

G. Observámos a Pulga-de-água, prestando especial atenção à localização do coração;

H. Efectuámos a contagem: um elemento do grupo bateu com a ponta do lápis na folha de papel por cada batimento cardíaco, enquanto outro elemento controlava o tempo (10 segundos) com o relógio;

I. No final dos 10 segundos contámos o número de pontos e registámos o valor (quadro I);

J. Multiplicámos a contagem obtida para os 10 segundos por 6, de modo a determinar o número de batimentos cardíacos por minuto (BPM) e registámos o valor (quadro I);O ritmo cardíaco da Pulga-de-água varia entre 200 e 300 batimentos cardíacos por minuto dependendo do tamanho e idade das mesmas;

K. Determinámos e registámos o ritmo cardíaco da Pulga-de-água pelas 2ª e 3ª vez, durante 10 segundos cada, e multiplicámos os valores obtidos por 6 (tal como tínhamos feito anteriormente); Os valores obtidos são os do ritmo cardíaco da Pulga-de-água para o controlo (água) (quadro I);

L. Adicionámos os 3 valores do ritmo cardíaco e dividimos esse valor por 3 (nº de contagens), obtendo assim a média do rimo cardíaco (BPM) para a Pulga-de-água em condições controlo (água);

M. Inserimos a média obtida nos quadros I e III;

N. Na folha de registo (quadro III) fizémos uma previsão do modo como a solução experimental iria influenciar o ritmo cardíaco da Pulga-de-água;

O. Retirámos a preparação do microscópio;

P. Usámos a pipeta de Pasteur (1 ml) para colocar 1 gota da solução experimental (droga), por exemplo, do lado direito da Pulga-de-água, enquanto que com uma tira de papel de filtro absorvemos a água em excesso, pelo lado esquerdo;

Q. Deixámos que a solução se difundisse por 1 minuto;

R. Voltámos a colocar a preparação no microscópio e observámos a Pulga-de-água com baixa intensidade luminosa;

S. Efectuámos a contagem, tal como consta no passo H do procedimento;

T. No final dos 10 segundos contámos o número de pontos e registámos o valor (quadro II);

U. Multiplicámos a contagem obtida para os 10 segundos por 6, de modo a determinar o número de batimentos cardíacos por minuto (BPM) e registámos o valor (quadro II);

V. Determinámos e registámos o ritmo cardíaco da Pulga-de-água pelas 2º e 3ª vez, durante 10 segundos cada, e multiplicámos os valores obtidos por 6; Os valores obtidos são os do ritmo cardíaco (BPM) da Pulga-de-água para a solução experimental (droga) (quadro II);

W. Adicionámos os 3 valores do ritmo cardíaco e dividimos esse valor por 3 (nº de contagens), obtendo a média do ritmo cardíaco (BPM) da Pulga-de-água para a solução experimental (droga);

X. Inserimos a média obtida (B) nos quadros II e III;

Y. Removemos a Pulga-de-água da lâmina com a pipeta de Pasteur de 3 ml e colocámo-la no gobelé "Pulgas-de-água utilizadas na actividade";

Z. Classificámos a solução experimental - droga (Estimulante ou Depressora).

     Lavámos as mãos no final da actividade.

 

 

 

Resultados:

 

  

  Quadro I - Ritmo cardíaco da Pulga-de-água para o Controlo (água)

 

 

 

 

Quadro II - Ritmo cardíaco da Pulga-de-água para a Solução Experimental (nicotina 30%) 

 

 

 

Quadro III - Resultados obtidos para os efeitos de Drogas no Ritmo Cardíaco da Pulga-de-água

 

 

Legenda:

+++ grande aumnto do ritmo cardíaco

++ aumento do ritmo cardíaco

+ pequeno aumento do ritmo cardíaco

0 ritmo cardíaco sem alteração

- pequena diminuição do ritmo cardíaco

-- diminuição do ritmo cardíaco

--- grande diminuição do ritmo cardíaco

x paragem do coração

 

  

  Conclusão:

 Com a realização desta actividade experimental e analisando os valores obtidos no quadro III, podemos concluir que:

 - As soluções de nicotina, álcool e cafeína provocam alterações ao nível do sistema nervoso, o que se pode verificar na alteração do ritmo cardíaco das Pulgas-de-água;

 - Aumentou o ritmo cardíaco das Pulgas-de-água quando adicionámos as soluções de nicotina e cafeína, pelo que são classificadas de drogas estimulantes;

 - Foi diminuindo o ritmo cardíaco das Pulgas-de-água à medida que adicionámos as soluções, cada vez mais alcoólicas, pelo que o álcool é classificado de droga depressora;

 - Assim, é  possível prever que  o nosso ritmo cadíaco, tal como o das Pulgas-de-água, também sofre alterações se consumirmos tabaco (nicotina), bebidas alcoólicas (álcool) ou, por exemplo, café (cafeína), o que pode alterar o nosso bem-estar...

 

 

 

A nicotina é a principal substância responsável pela dependência provocada pelo consumo de tabaco. Mesmo sendo uma droga estimulanmte, a maior parte dos fumadores considera que relaxa, pelo facto de a pessoa estar dependente dela e o cigarro acalmar a ansiedade provocada pela sua falta.

 Todo o consumo de tabaco é nocivo, quer para o fumador activo, quer para os não fumadores expostos ao fumo ambiental.

 O consumo de tabaco na infância e na adolescência tem consequências imediatas. É lesivo parta a maturação e função pulmonares, contribui para agravar ou dificultar o controlo da asma, tosse e expectoração, diminui o rendimento físico e altera os lípidos no sangue.

 Muitos estudos realizados confirmam  a associação entre o consumo de tabaco e o aparecimento de várias doenças como o canco (pulmão, lábio, faringe, laringe, esófago, pâncreas, estômago, bexiga, rim, colo do útero,...) e para as doenças do sistema respiratório (pneumonia,...) e do sistema circulatório (aterosclerose,...).

 

 

 

 O álcool actua bloqueando o funcionamento do sistema nervoso responsável pelo controlo das inibições, o que faz com que a pessoa se sinta eufórica... o que poderá levar à adopção de comportamento de risco!

 Devido ao facto de ser uma droga depressora, ocorrem,  estado de sonolência, turvação da visão, descoordenação muscular, diminuição da capacdade de reacção, diminuição da capacidaedede de atenção e compreensão, fadiga muscular... e os acidentes podem acontecer!

 Assim, as consequências do abuso do álcool são muitas, não só na saúde da pessoa, mas também ao nível familiar e social

 As crianças e os jovens até aos 18 anos, mulheres grávidas ou a amamentar, pessoas durante o trabalho e a condução rodoviária e os doentes alcoólicos tratados devem dizer NÃO às bebidas alcoólicas!

 

 

 

 A ingestão constante de cafeína, mesmo em quantidades moderadas, pode provocar irritabilidade, inquietação ou insónia. A falta da substância provoca um pequeno síndrome de abstinência, que origina um ligeiro mal-estar, fadiga, sonolência,cefaleias, incapacidade de concentração, depressão, ansiedade, vómitos).

 

 

  O consumo de substâncias psicoactivas condicona 

a nossa SAÚDE e a  QUALIDADE DE VIDA! 

link do postPor pulgascomsaude, às 15:35  ver comentários (2) comentar

17.4.09

 

 Dado que a Educação para a Saúde é uma das prioridades do nosso Agrupamento, participámos no Projecto DAPHNIA com os objectivos de, fomentar estilos de vida saudáveis, prevenir o consumo de Substâncias Psicoactivas e divulgar e promover a cultura científica.

 

 

 

 Aplicando o método científico, utilizámos soluções de drogas lícitas (álcool, nicotina e cafeína), bem como de outras substâncias (refrigerante de cola com caféna, bebida energética, analgésico, sal e açúcar) para prever, testar e analisar a sua influência    no     ritmo     cardíaco     nas

Pulgas-de-água.

 

 

 

 

 Será que estas substâncias têm influência no ritmo cardíaco das nossas Pulgas?

 

            

                         

              

De que  modo o consumo destas substâncias afectam o nosso organismo?  

  

    

                                                                                                 

 

 

 

link do postPor pulgascomsaude, às 11:58  comentar

16.4.09

 Inicialmente, com a colaboração dos alunos do 6º ano, conhecemos as Pulgas!

 

 

 

Classificação científica:

 

Reino: Animal

 

Filo: Artrópodes

 

Classe: Crustáceos

 

Género: Daphnia 

 

Nome científico: Daphnia magna    

 

                                                                                                               Foto 1 - Dáfnia ou pulga-de-água   

 

Nome vulgar: Dáfnia ou pulga-de-água              

  O segundo nome é devido ao movimento das antenas que lhe dá a aparência de se deslocar em pequenos saltos.   

                                                                                             

 

 

 

Dimensão: 0,2 - 5 mm

 

 

 

Revestimento: Exosqueleto - Carapaça bivalve

Sofrem mudas, geralmente seis, até à idade reprodutiva.    

                               

 

 

 

Foto 2 - Dáfnia ou pulga-de-água 

 

 O revestimento transparente torna possível observar todas as partes que a constituem. Apresenta sistema nervoso, digestivo, circulatório, respiratório, óptico e reprodutor. É possível observar, por exemplo, as alterações dos batimentos cardíacos quando está na presença de substâncias a que é sensível.

 

 

 

Locomoção: Natação

 

 As duas grandes antenas funcionam como apêndices natatórios.

 

 

 

Alimentação: Microalgas (fitoplâncton), mas também detritos orgânicos, bactérias e protozoários. 

  

Foto 3 - Microalgas (Chlorella vulgaris)

 

 

 

Reprodução: Assexuada e sexuada

 

 A - Fêmea adulta com ovos

 

 B - Ovo não fecundado

 

 C - Fêmea juvenil

 

 D - Fêmea c/ óvulos de repouso

 

 E - Macho

 

 F - Espermatozóides

 

 G - Ovos de repouso ou efípios   

 

 ___ - Reprodução sexuada

 

 ___ - Reprodução assexuada

 

 

 

  A maior parte do tempo as populações são constituídas quase só por fêmeas que se reproduzem assexuadamente. Os ovos não fecundados, ovos de verão, originam fêmeas iguais aos adultos.

            Quando as condições ambientais não são favoráveis, estas apresentam reprodução sexuada.

 

 

       

                                                  Foto 4 - Fêmea                      Foto 5 - Macho

 

A espécie apresenta dimorfismo sexual, a fêmea distingue-se do macho pelo tamanho (é maior) e um rostro mais saliente.

 

 

 

 

Ambiente: Aquático de água doce (lagos e charcos).

 

 Foto 6 - Ambiente (aquático de água doce) da Pulga-de-água 

 

 

 

Influência do ser humano: A pulga-de-água possui elevada sensibilidade a uma grande variedade de tóxicos, por isso, o aumento de substâncias poluentes no meio aquático pode pôr em risco esta espécie e outras que dependem desta. 

 

 

 

 A espécie Daphnia magna foi escolhida como modelo biológico para testar os efeitos de várias substâncias no seu organismo, pois para além de algumas vantagens já registadas anteriormente, as suas respostas biológicas fundamentais são muito semelhantes às humanas.

 

 

 

 Sabemos que é importante respeitar todas as formas de vida, pelo que tivémos alguns cuidados durante a realização das nossas actividades!

 

 

Foto 7 - Fêmea com ovos de Verão

link do postPor pulgascomsaude, às 12:42  comentar

  

Somos  um  grupo de alunos dos 5º e 6º anos da Escola

E. B. 2  Conde  de  Castelo  Melhor, membros  do Clube

da  Saúde, criado  no  âmbito  do Projecto de "Educação

para a Saúde".

 Com  o  objectivo  de   descobrirmos, experimentarmos 

e    adoptarmos    comportamentos     mais     saudáveis,

temos realizado actividades diversificadas.

 A   partir   do   mês   de   Março,   aceitámos  o  desafio

proposto   pela   nossa   Professora,   de   participar   no

Projecto DAPHNIA, promovido pelo Visionarium.

 

 Com  este   blog   queremos   mostrar   o  trabalho  que

temos realizado e o que temos aprendido!

 

 

 

link do postPor pulgascomsaude, às 11:41  ver comentários (6) comentar


 
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